FOTO:REPRODUÇÃO/RodolfoBuhrer/FotoArena/Estadão Conteúdo)

Os advogados do petista entraram com uma ação contra o procurador Deltan Martinazzo Dallagnol, alegando que na coletiva de imprensa realizada em 14 de setembro de 2016 Lula teve seus direitos de personalidade afrontados e acusam Dellagnol de promover “injustificáveis ataques à honra, imagem e reputação” de Lula, “com abuso de autoridade”.

Na ocasião, o procurador apresentou uma denúncia criminal contra o ex-presidente em um power point. O nome de Lula estava no centro, nomeando ele chefe de uma organização criminosa.

Para o desembargador Salles Rossi da 8ª Câmara do Direito Privado do TJ, no entanto, “não se vislumbra ocorrência de dano moral indenizável”. A votação foi unânime.

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